segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Nestas festas II

Nestas festas...
Se estivesse em Portugal já estaria mais que embrenhada na azáfama do costume. Bem, "azáfama" é um eufemismo. Acho que a bem dizer é mais stress. Mas é um tipo de stress bom, se é que isso existe. Eu, sou a mulher das listas.
"Catarina, monta a árvore de Natal."
"Catarina, faz o presépio."
"Catarina, faz a lista dos doces."
"Catarina, faz a lista das pessoas a quem comprar prenda."
"Catarina, vamos às compras. (já no Colombo, dia 22 ou 23...) Que é que vamos comprar ao tio? Ai, rápido, já estou tao cansada..."
"Catarina, faz a lista das prendas que tu queres." Hehe, esta é a melhor, claro está.
Encontro-me com este, com aquele, com o outro, para trocar prendas, depressa, depressa, para podermos abrir na noite de 24.
"Catarina, poe a mesa."
"Catarina, vai buscar cadeiras."
"Catarina, falta acabar de embrulhar coisas."
"Catarina, poe música."
Ufa! Já estou cansada só de ler :)
Mas isso era antes de vir para aqui. Aqui nao estou a sentir nada esse espírito natalício. Provavelmente porque aqui é pelos Reis que se trocam as prendas e se junta mais a família. Enquanto que 24 e 25 sao dias de festa, mas nao assim tao importantes. Janta-se em casa e depois vai-se sair para os bares e assim, estar com amigos. Assim, sendo, a azáfama maior para os nuestros hermanos nao é agora.
Mas muito mais provavelmente porque nao é aqui que está a família.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Nestas festas

Nesta época penso sempre e cada vez mais: "que burra.."

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Os Esquimós

Bem... Eu queria partilhar com vocês, fantasmas que ainda lêm este blog, uma dúvida que me desassossega. Os primeiros Homens apareceram em África, nao é? Puf! Lá estavam eles... Depois foram subindo de terra em terra até à Europa, certo? Em busca de terras mais férteis e tal, minérios, enfim... Mais ou menos isso. Foram povoando o planeta. A minha dúvida é: que raio viram os Esquimós para ficarem ali?!
Porque os Esquimós nao apareceram no gelo, nao... Eles atravessaram todo o planeta e nao gostaram de nenhum sítio e quando chegaram ao gelo, disseram: "Aqui está bem, nao!?"
Como convences todo um povo a viver no gelo? Que é que lhes dizes? "Aqui montamos um negócio e enchemo-nos de dinheiro... Uma gasolineira! Com um cartaz bem grande - Há gelo!"
Os pobres estavam deslocados, porque vinham de África, com roupa de Verao, manga-curta e um paninho a tapar o rabo. Cheios de frio, sabiam lá se eram um povo e como é que se chamavam... Bem, entao lá comeÇaram a conversar:
- Tu sabes andar no gelo?
- Nao e tu? Sabes esquiar?
- Bom eu esquio mal. E tu?
- Eu também esquio mal.
- Esquio mal, sim.
- Esquio mal.
- Esquimal...
- Esquimó!
E assim surgiu o nome!
E as casas? Fizeram umas casas estranhíssimas... Os iglus. Estranhas, sem esquinas, redondas. Como se mobila um iglu? Nao podes encostar a cama à parede por fica um espaÇo vazio e cai a almofada. deve haver um IKEA de iglus! Ou como penduras um quadro num iglu? Nao podes, porque nao assenta. Mas também dá igual, porque o que realmente faz falta num iglu é um extintor. Aliás, um extintor é imprescindível, porque um incêndio ali e estás lixado... Chegas a casa e nao há nada. Olhas para a banheira, cheia de água e pensas "Onde está a minha casa?"... Na banheira!
Mas pronto, eles chegaram e instalaram-se durante geraÇoes. Vejo os pequeninos esquimós a correrem pela neve inocentemente... E surge-me outra dúvida: como se fazem os bebés esquimós?? Todos sabemos como se fazem os bebés, certo? Todos. E há um momento em que temos de estar nús... Mas a 40º negativos... Cuidado com os devaneios!
Eu acho que os pobrezitos chegaram ali e disseram...
- Papá onde estamos? Papá onde estamos?
- Estamos no Pólo.
...Chuparam o polo, ficaram com a língua agarrada ao gelo e por isso ficaram ali para sempre...

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Não se escreve há tanto tempo

Hummm
E por hoje desisto...

domingo, 11 de novembro de 2007

Chorinho colgate

Tinha umas coisas importante para dizer, mas não me posso queixar aqui. Não é o sitio nem a hora. E já se sabe que não é o sítio nem a hora em sitio nem hora nenhuma.
Por isso tenho apenas a informar que hoje consegui atirar pasta de dentes para os olhos provocando uma sensação de ardor única e inesquecível. Coçar? Pôr água? Tudo boas ideias para a comichão no rabo por exemplo, mas não para os olhos impregnados de creme com frescura a mentol. Chorei um bocadinho respirei fundo e pronto, fui á luta.
Ai o que aquilo além? Ah é só um mosquito alí no outro lado na cozinha...
Bom pelo menos os meus olhos estão limpinhos e cheirosos e a minha visão de falcão continua intacta.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Uma aldeia é o que isto é

O dia é 5 de Novembro de dois mil zero sete.
São 9 e meia da noite e Patricio, 21 anos, está a voltar para casa de metropolitano. O metro vai cheio, mas Patrício está concentrado na música que ouve no seu Mp3.
De repente Patricio olha, Patrício vê uma rapariga de cabelo castanho entrançado com uma flor do lado esquerdo.
A rapariga tem maçãs do rosto coradas, calções de ginásio azuis por cima de collants da mesma cor e está escrevendo num bloco.
O coração de Patrício palpita, "vou lá? falo com ela? faço conversa de chácha? Merda! sou um encaralhado de primeira!"
Na última estação, mesmo na ultiminha resolve aproximar-se, mas foi tarde demais! Ainda tentou segui-la no meio da confusão, mas a multidão envolveu-a e Patrício perdeu-a de vista! "Ah Patrício, seu falhado!" pensou...
Falhado? Nunca!
O Patrício era um rapazolas tímido, com jeito para o web design, romântico, alto e magrito vá.
Decidiu aproveitar o talento que Deus lhe deu e fez uma página na internet dedicada a encontrar a rapariga dos seus sonhos! Fez o esboço dela e dele, deixou o endereço e o número de telefone e ao lado escreveu: não, não sou doido.
A partir desse dia começou a ser inundado com mensagens de apoio e a própria CNN quis falar com ele!
Três dias assim se passaram, e a espera... eterna.

O dia agora é 8 de Novembro do ano presente.
Um amigo da rapariga vê a página do Patricio e decide contactá-lo. Fala aqui, fala alí e não é que é mesmo ela!
E agora? O que vai acontecer? Talvez se encontrem, talvez não, talvez se apaixonem, talvez não.
A história agora a eles lhes pertence... “Ao contrário de todas as comédias românticas e más canções pop, terão que imaginar por si próprios o final desta história", escreveu o Patrício na página da Internet, que não vai voltar a actualizar.

O meu preferido

E eu sou o gajo mais porreiro de se comer frango assado com. Porque sou acérrimo adepto do peito, deixando pernas (e outras bodegas, tipo asas, pescoços e rabo) para os outros.
Dizem-me sempre ‘gostas do peito? O peito é tão seco’, mas eu gosto porque me calha sempre aquele bocadinho de plástico com o nome do aviário.
O nome disto, de preferir o peito às pernas, é apenas um: altruísmo, sem tirar, nem pôr.
Além do mais, gosto de manter os meus critérios estáveis, trate-se de preferências em termos de frango assado ou mulheres.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Adormeceu...

Hoje estou especialmente triste... E nao me apetece escrever nada especialmente erudito.
Por isso vou simplesmente dizer porquê.
O meu gato mais velho, o Simao, foi há dias para o hospital, com insuficiência renal. Pensavam que já estava melhor, mas afinal nao.
Esteve estes dias sedado e assim vai continuar para sempre.
Mataram-no porque estava a morrer.
E agora já nao o vou ver quando voltar a casa pelo Natal.
E já nao vou ter de lhe dizer adeus outra vez.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O Castelo

A minha rua tem uns prédios corridos, todos juntos uns aos outros, arquitectura própria dos anos 70/80 bem feiosa que a minha amiga Tátá poderá comentar com mais rigor quando se dignar a escrever aqui na botica.
Desse lado da rua metade dos prédios fazem uma espécie de vala à entrada com pontes para se entrar nas casas. Não consigo explicar de maneira a que fiquem com uma imagem visual fiel do aspecto da rua, mas o que quero dizer é que aquilo forma como que um "aqueduto" muito propício às brincadeiras dos mais petizes.

Ontem quando estava a chegar a casa vi um grupo de miúdos a brincar ás escondidas debaixo das pontes e dos muros que os prédios formam.
Um deles estava a contar e os outros já estavam escondidos nalgum sítio que ambos desconheciamos.
Conforme fui andando vio-os todos atrás do murinho... Espera lá que assim não ganham! Virei-me para trás e denuncie-os: "cof cof, alí alí". O miúdo da contagem ganhou e eles tiveram de trocar. Sorri vitoriosa.

Fiquei lixada por não me convidarem para brincar com eles depois disto.
Quis dizer-lhes que antes deles aquilo era meu.
Eu é que costumava ir para alí deitar-me debaixo das pontes a fingir que estava no meu castelo; eu é que deslizava nas inclinações das valas a ver os outros miudos a rachar os dentes, eu é que ficava nervosa quando tinha de ir a correr quando me apanhavam. "1,2,3 não salva ninguém!" Eu é que costumava ir para lá correr sem ter de me baixar para passar debaixo das pontes!
Depois deixei de ir para lá e agora quase de certeza que não passaria sem ter de me baixar, nem me poderia esconder atrás dos muros que eles apanhavam-me logo porque ficava com o rabo á mostra.
E agora os miúdos já não brincam com qualquer um.
E agora que tou grande os grandes também já não perguntam a qualquer um se quer brincar.

domingo, 4 de novembro de 2007

Banda sonora oficial

Precioso, único.
Bravo Ambrósio.

Aquele momento em que a madame deglute o chocolate... delicioso. Mais ou menos como o momento que eu tive quando comi aquele chocolate rançoso que tinha guardado há uns meses para aquela altura especial. A diferença é que o chocolate não era muito bom, e eu não tinha mordomo,nem um vestido dourado com um chapéu joli a condizer.

É o que é curioso nos anúncios é a suposta identificação que fazemos com eles ou que tentamos transpor para a vida.
Como o "mito" de que é romântico comer o gelado á janela num dia de chuva, ou de que somos adoráveis quando entramos a cumprimentar toda a gente numa festa espalhando sorrisos e acenos.
Quando tento fazer isso ou me cai mal o gelado ou pensam que já estou bêbada quando entro.
É a vida que raramente imita a arte.
E a minha raramente imita porque falta o elemento essencial, aliás, dois elementos essenciais: o glamour (do chapéu dourado a comer chocolate por exemplo) e a banda sonora.

Estava mesmo a precisar de ter a minha banda sonora a adicionar um pouco de intensidade aos meus momentos de alegria ou tristeza ou estoicismo, ou aos meus momentos melancólicos de comer gelados á janela. Ou para as alturas em que vou a subir a rua a pensar na vida ou nas alturas em que estou quase a rebentar porque não posso mais com este argumento viciado.

domingo, 21 de outubro de 2007

The Being II

O meu associado Zé dos duendes já escreveu a continuaÇao do "The Being". Colocou lá como um comentário, claro está. Mas visto que é a continuaÇao da história, e que vou continuá-la a partir dali, parece-me óbvio que tenho de o tornar num post. Por isso, cá vai:

ContinuaÇao de The Being - capítulo II:

Then finally you reach the light and feel a fresh breeze.
You’re no more in a closed place. Above you can see the sky and realize that is day. But the light does not reflect the day; the sun is completely stopped up by clouds as black as the look of a murderer. Before you, stand up what seems to be remains of a cloister, or its foundations. There are six pillar allied, you move the closest and see that the stone was well crafted but now is damaged, worn... You are now at the centre of the room and your eyes begin to flow their contours. In your right there is an opening, very similar to the one you just came out, but a little more broad. In side you can’t see anything in spite of this corridor do not seem as dark as the other one, perhaps by now you are unlighted by the sky. Then your eyes continue to search the room. In your front you don’t see anything special, nothing relevant to the rest of the room / cloister, only the thick walls of stone. Now look to your left, you see what seems to be a niche dug in the wall, them ... A shiver! Not a normal shiver, but one of those who makes chill the blood and your body paralysis. Only not stay paralyzed because you feel something behind, turn around.
Behind you, where before was only a dark corridor empty and black, is now a figure of human proportions. You are terrified, because you see that this shape seems to be slightly bright and you don’t understand how as it appeared without you had given therefore, no noise, no even a footstep (feet? You can not realize if the shadow touches on the floor!) like it was always there from the beginning. Noise, an alternated hitting, you feel another motion and move your look in the sky’s direction. Black birds, dozens of crows take flight from their cradle, like they were with fear and feeling that this place once secure and peaceful, is no more. You also feel that you’re longer as secure as before while looking for the crows, until suddenly… Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
You heard the most terrifying and horrific cry of your life!!
You take a look immediately to the place where the picture was. This seems closer to you and now you can distinguish clearly two points of an intense bright red. They are eyes! The creature looks you directly, and despite having the certainty that the cry was given by it, in his face (or at least what you think to be face) you do not realize the forms of a mouth. Your whole body shakes scared, a huge cold flow your body. Then, the strange shape begins to move away, but always turned to you, like it was levitating in the air. Depart itself, and the corridor start darkening again, and the creature to disappear until only one source of light at far.What do you do? Fall back and retreat without ever discover what in fact you are doing here, what your purpose? Or step forward. Discovering what this creature was, what it wanted from you, or maybe, what do you want from it? Follow despite all your body can do is to run, flee in the opposite direction immediately? And now?
…to be continued…
by Zé dos duendes

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Pub&Conselho

Para quem ainda nao sabia...
http://lacubata.blogspot.com/
...é o meu blog abroad sozinha.

A Pepita vai zangar-se, porque estou aqui a fazer publicidade e sou concorrente de mim própria, lolol.
Mas olhe, é para ver se você comeÇa a escrever mais, sua jornalista deslavada. (E agora comeÇam as agressoes verbais!)
Mas para compensar, vou escrever qualquer coisa interessante (como sempre, aliás! Ah, ah, ah!)

Tenho um problema fisiológico/psiquiátrico. Nao sei como classificá-lo. Chama-se: Demanhaocorpoficacoladoàcama.
Contudo, já me disseram que a doenÇa nao é rara de todo e que tem um tratamento, que provoca severas melhorias: deitarconsideravelmentemaiscedo.
Se padecem do mesmo mal, aqui fica o conselho.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Sagas

Ora bem, decidi que com esta ausência real do meu país, nao tenho condiÇoes para continuar com a saga "Volta ao Mundo em Número de Dias Indeterminado". Pelo menos por agora.
Quanto ao guiao do "The Being", nao posso seguir sem que antes o meu associado voluntário faÇa aquilo que disse que queria fazer! Pois ficou prometido que eu continuarei depois daquilo que ele irá escrever...
...ZZZÉÉÉÉÉÉÉ!!!!!
Já agora, ó Pepita, que história é aquela que a piton me veio contar, das festas que os pinguins andam a fazer em tua casa? E do crocodilo que aí se foi enfiar sem ser convidado?

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

"Queres um miminho?"

Há pequenas coisas que às vezes são grandes coisas. Como essa coisa do "não te importas?.." ou do "obrigado".

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Encontros

Pessoal do sexo masculino. Só para avisar que se forem sair com uma miúda, correr tudo bem e no fim da noite ela nao vos convidar para entrar nem coiso e tal... É porque nao fez a depilaÇao ou está com o periodo!... Tenham paciência!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Pronta para dar de fuga

É já amanhã. Faltam cerca de … Humm… 13 horas para o GO!!
Pois, amanhã vou passar aí um portal qualquer que me vai levar para a 4º dimensão ou assim:).
Quando chegar ao outro lado venho aqui dizer qual foi a sensação. Se doeu ou não. É verdade! Do outro lado também há computadores e Internet, parece que é Universal e multi-dimensional.
Wish me luck!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Ai, é desta que me mudo!

Pois bem Pepitta. Não tinhas dito que ficavas ansiosa por ver os desenvolvimentos do meu filme? Aqui os tens.
Querias um capítulo mais entusiasmante que este? Dificilmente se arranjava.
Vou embora para o país de nuestros irmanos. Pelo menos este ano. Mais que isso não digo, porque já vi a olhos vistos que a minha vida não pode ser feita à base de planos!
Mas graças a esta maravilha que é a Internet, vou poder continuar a “colaborar” (que palavra tão chique) contigo neste blog, mas quiçá! criar outro só para a minha experiência abroad?! Lol. É um caso a ver.

Antes de ir embora, voltarei aqui para escrever mais qualquer coisinha, não pensem!
Até já.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Os best of's.

Eu sei que a Tata tem qualquer coisa a dizer sobre eles, mas para saber a opinião dela tenho de pensar primeiro na minha.
Ora então cá vai: os Best of's para mim só fazem sentido se o artista, das duas uma, ou já não vai fazer mais nada na música, ou se já tem uma carreira de pelo menos 10 anos e não pensa em fazer nada durante uns tempos. Mais. Só fazem sentido se tiverem boas músicas, daquelas que toda a gente conhece se por acaso conhece minimente o artista. Não vale andar a fazer Best of's com material que não é realmente o melhor de.
Eu cá não compro best of's.
Lembram-se daquela altura em que a juventude gravava as músicas da rádio? Punha a cassete virgem e carregava no rec. Nos casos mais radicais de gravadores da idade da pedra tinhamos de carregar no rec e ficar em silêncio porque aquilo gravava o som ambiente tipo microfone. (Tive um assim e gravava músicas com o gravador colado à televisão quando dava o Top mais).
Ora bem para mim isso é o clímax do Best of. Se fores fã e quiseres um Best of não precisarás concerteza de comprar um Best of. Gravas. Ou sacas que agora tá mais na moda. Comprar só faz sentido, das duas uma, ou se não conheces o artista e também não te queres dar ao trabalho de conhecer, ou se realmente o Best of desse artista é tudo o que ele tem de contributo para a música.
De qualquer das maneiras, Best of's não é mais que uma maneira preguiçosa de um artista ganhar dinheiro sem fazer nenhum. (Ou então se ele já tiver kinado é uma maneira de lhe prestar homenagem e aí, nada contra...)

Quanto aos the very best of... não percebo. Ou é o segundo Best of de alguém e aí alguém está a ser demasiado preguiçoso logo, não merece que se compre tal disparate, ou então está a querer insinuar que escolheu mal o primeiro reportório do Best of. O que também é parvo.

Best of's preferidos:
The Doors
Bob Marley & the wailers
Moloko
Marvin Gaye
...

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

The Being

In a dark, dark day, as dark as the black night…

You open your eyes and what can you see? Everything’s nothing. Things around you don’t exist. It’s like if you’re blind. A blind being in a blackish world. So it makes no difference if you can’t see, because there’s nothing to watch.
But what surrounds you it’s colourful and you’re not blind. Slowly you begin to understand that. After the first impact, even if everything remains dark, you are able to recognise some shadows and forms. You’re starting to see and it’s not as dark as it seemed at the beginning.
Stopped there, minute after minute, you start gaining some confidence, while things around begin to appear. But where are you exactly? You have the perception that you’re in a corridor, a narrow one. If you stretch your arms you can touch both walls at the same time. So you touch them and you feel cold and rough. Big stones piled up like bricks. You look straight to the end of the corridor and you start seeing a light. A weak illumination, although it lets you see better the stones that surround you. Several of them are graved with words, in a coarse way. It looks like names and numbers, maybe a kind of a register of days or years.
You decide to start walking, step by step, barefooted, feeling the ground that leads you trough. Covered by a big piece of animal skin, you feel weak, but your will to know where are you and why, keeps you going. There are torches hanging on the walls but you have nothing to lighten them. Almost reaching the light at the end, only one more step…

…to be continued…

É proibida a entrada a quem não estiver espantado de existir.

Hum?